Medo e insegurança mudam rotina de belenenses
A onda de violência provocada pela execução do cabo da Polícia Militar Antônio Marco da Silva Figueiredo mudou a rotina de pessoas em alguns bairros em Belém.
A população reagiu com medo na manhã desta quarta-feira (05) após uma madrugada com registro de várias mortes na capital. Escolas e estabelecimentos comerciais em diversos bairros têm criado alternativas para evitar serem alvos de possíveis confrontos entre policiais e criminosos.
Um professor que não quer se identificar informou que a escola em que trabalha no bairro do Guamá adotou a medida de liberar os alunos por conta do ocorrido. "As escolas do bairro decidiram dar aulas apenas no primeiro horário. Por conta dos rumores e, principalmente, por trabalharmos com crianças, a diretora da escola concordou que, por medida de segurança, as aulas deveriam ser suspensas. A situação poderá ser a mesma amanhã, caso este clima de insegurança permaneça na comunidade", explica.
A dona de casa, Priscila Dias, optou por não sair de casa na manhã desta quarta-feira. "O meu marido e até as minhas irmãs aconselharam que eu deixasse para outro dia os meus afazeres fora de casa. A minha filha tinha uma consulta marcada com o fisioterapeuta, mas deixei de levá-la, pois estou com medo de andar pelas ruas do Jurunas. Não vi nenhum caso de violência nesta madrugada, mas os vídeos que chegaram através do celular me assustaram muito", finaliza.
A Faculdade Ipiranga também suspendeu as aulas durante toda a quarta-feira (5). "Diante de tantas informações desencontradas dadas pelos próprios órgãos de segurança, que não conseguem passar de maneira precisa para a sociedade o andamento da situação, uma reunião de diretoria foi realizada esta manhã, e foi decidido que as aulas na faculdade estão suspensas", informou a coordenadora do curso de jornalismo, Carla Catete.
(DOL)
A população reagiu com medo na manhã desta quarta-feira (05) após uma madrugada com registro de várias mortes na capital. Escolas e estabelecimentos comerciais em diversos bairros têm criado alternativas para evitar serem alvos de possíveis confrontos entre policiais e criminosos.
Um professor que não quer se identificar informou que a escola em que trabalha no bairro do Guamá adotou a medida de liberar os alunos por conta do ocorrido. "As escolas do bairro decidiram dar aulas apenas no primeiro horário. Por conta dos rumores e, principalmente, por trabalharmos com crianças, a diretora da escola concordou que, por medida de segurança, as aulas deveriam ser suspensas. A situação poderá ser a mesma amanhã, caso este clima de insegurança permaneça na comunidade", explica.
A dona de casa, Priscila Dias, optou por não sair de casa na manhã desta quarta-feira. "O meu marido e até as minhas irmãs aconselharam que eu deixasse para outro dia os meus afazeres fora de casa. A minha filha tinha uma consulta marcada com o fisioterapeuta, mas deixei de levá-la, pois estou com medo de andar pelas ruas do Jurunas. Não vi nenhum caso de violência nesta madrugada, mas os vídeos que chegaram através do celular me assustaram muito", finaliza.
A Faculdade Ipiranga também suspendeu as aulas durante toda a quarta-feira (5). "Diante de tantas informações desencontradas dadas pelos próprios órgãos de segurança, que não conseguem passar de maneira precisa para a sociedade o andamento da situação, uma reunião de diretoria foi realizada esta manhã, e foi decidido que as aulas na faculdade estão suspensas", informou a coordenadora do curso de jornalismo, Carla Catete.
(DOL)
Medo e insegurança mudam rotina de belenenses
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